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Quem Somos

Foi em 1999, o inicio de um processo de consultoria baseado em soluções de apoio aos negócios e gestão de PME's.

 

Fruto desta experiência, e da ligação direta a um grupo de empresas, passei por vários sectores de responsabilidade e gestão, nomeadamente o Financeiro, Recursos Humanos, Produção, Qualidade e Comercial, acumulei uma lista de dificuldades e lacunas de gestão, que limitavam o desenvolvimento e competitividade das empresas.

 

Desperdiçavam-se muitos recursos humanos e materiais, influenciados por estratégias pouco fundamentadas e, consequentemente, inconstantes.

 

O principal problema residia na falta de diagnóstico organizacional, que suportassem as decisões internas dos principais órgãos de gestão [decisores], de uma forma quantitativa, objetiva e sustentada.

 

Cedo defini como área de atuação pessoal, desenvolver ferramentas focadas no diagnóstico e na obtenção rápida de soluções de apoio à gestão estratégica, operacional e de controlo.

 

Em 2006, com uma Pós Graduação em “Gestão pelo Valor”, foram desenvolvidas e aplicadas, num ambiente prático, várias ferramentas de gestão empresarial, nomeadamente:

 

·       Análise do mercado (externo)

 

o   Modelo de Jack Tesmer (mercado)

o   5 forças competitivas de Michael Porter

o   Análise PEST

 

·       Análise da Organização (interna)

 

o   Modelo de Jack Tesmer (estrutura organizacional)

o   Cadeia de Valor de Michael Porter

 

·       A análise da matriz SWOT

·       As forças motrizes

·       As competências nucleares

·       A matriz BCG

·       A matriz ANSOFF

·       Definição de produto e mercado

·       Estratégia da concentração no impedimento (EKS)

·       Modelo de Kano de Satisfação do Cliente

·       Prioridades e Valores

·       O.P.E.R.A. - técnica para explorar a criatividade de grupos

·       Modelo BSC

·       Modelo FMEA

·       Modelo NPS

·       Modelo QFD

·       Modelo Seis Sigma

·       Responsabilidade Social

·       SGQ

·       Clima Organizacional

 

 

 

Em 2008, decidi criar ferramentas de gestão que permitissem, de uma forma objetiva, rápida e assertiva, obter resultados que apoiassem os decisores, [gestores, diretores, investidores, sócios, gerentes, administradores, líderes, financiadores, acionistas, responsáveis, ...].

 

De todas as ferramentas possíveis, e fruto da minha experiência, centrei-me na ferramenta que poderia agregar maior valor a nível interno e externo das organizações, tendo iniciado uma pesquisa exaustiva no mercado e em vários sectores do conhecimento no mercado global, nomeadamente universidades, na área do diagnóstico organizacional.

 

Analisando e compilando vários modelos de estudo de clima organizacional, Litwin & Striger (1968), Kolb et al (1971), Sbragia (1983), Luz (1995), Coda (1997), Tachizawa & Andrade (1999), Proposta da Embrapa (1998), Proposta Salgado Neto (2001), Proposta de Rizzatti (2002).

 

Daqui resultou, e foi desenvolvida e aplicada, a primeira versão, desta ferramenta, junto de algumas empresas.

 

Entretanto, falava-se em Responsabilidade Social das Empresas (RSE), de onde surgiu o projeto “as 100 melhores empresas para se trabalhar”, que inspirou o conceito de organizações “autentizóticas” (i.e. organizações de confiança e vitais para os colaboradores) sugerido por Kets de Vries. Este modelo teve a sua génese nos EUA, tendo sido publicado, pela revista Fortune, desde 1998.

 

Pela importância do tema, e tendo por base um estudo desenvolvido na Universidade de Aveiro, para Inovação Organizacional, pelos autores Arménio Rego (UA), Maria José Felício (Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda), José Manuel Moreira (UA) e Helena Gonçalves (Universidade Católica – Porto), no âmbito da Qualidade de vida no trabalho, foi desenvolvida uma nova dimensão de análise na ferramenta de diagnóstico organizacional, com indicadores relacionados com índices de stress e com o bem-estar afectivo no trabalho.

 

“A saúde organizacional depende da saúde dos seus colaboradores e vice-versa”

 

Tendo por base um MBA em Gestão Empresarial, a ferramenta de diagnóstico foi aperfeiçoada, muito em resultado do feedback e da necessidade das empresas onde a ferramenta fora aplicada.  

 

Em 2012, sofreu uma nova evolução, com a introdução de técnicas de Coaching, com um maior foco nos resultados da aplicabilidade das ferramentas de diagnóstico, tendo por base um maior apoio no ciclo de Diagnóstico vs  Ações de curto e médio prazo.

 

Em 2012, foi criada a Marca “Medir para Gerir” 

 

Durante um período de aproximadamente 3 anos, algumas ferramentas estiveram em desenvolvimento WEB, para retirar a dependência do papel e aumentar a eficiência das ferramentas em meios mais distantes e com uma logística processual mais rápida e económica.

 

Em 2015, foi iniciado um processo para aumentar a Equipa de consultores MpG, com mais consultores a participar no projecto, com outras competências e experiências profissionais, para agregar maior valor, com novas ferramentas e serviços.

 

Em 2017, as ferramentas de diagnóstico, foram melhoradas com técnicas de PNL, permitindo uma maior assertividade e desenvolvimento pessoal.

 

HOJE, estamos cá para o apoiar nas suas decisões, com as nossas ferramentas MpG e experiência!

 

Consultor responsável pela Equipa MpG,



José Maria Ferreira

jmg.ferreira@medirparagerir.pt
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